"NÃO É A FORÇA, MAS A CONSTÂNCIA DOS BONS SENTIMENTOS QUE CONDUZ OS HOMENS A FELICIDADE!"
(Friedrich Nietzsche)






Essa é a forma mais resumida que eu posso falar sobre ela. E a forma mais complexa é ...
Você já sentiu que é abraçada e envolvida todas as vezes que pensa em uma determinada pessoa? Que essa pessoa tem um poder influenciável em todos os acontecimentos ao redor do seu mundo, e que o sorriso dela é a arma mais poderosa que você já viu? Que cada vez que você sente a presença dela, sua alma enaltece de uma alegria e uma paz tão forte e gigante, que cada parte de sua vida, essa e das outras se tornam um só ser, um cosmo, um universo inteiro de magia. Ela é poderosa, não estou falando de uma forma financeira, mas de uma forma astral. É como se ela fosse a grande mãe e você um dos seus filhos, como se tudo o que ela tocasse se transformasse em felicidade e em amor, como se a cada explicação de suas poções ou se a cada relato de suas histórias você pudesse pular pra diversos mundos e ressurgir em qual ponto das suas vidas ancestrais você se sentisse melhor. Não tem como você ficar triste, ou depressiva perto dela. Pois seus sentimentos são tão fortes e verdadeiros que destroem qualquer possibilidade de mal que lhe possa afligir. Como se todos os seres elementais perdessem sua força para o poder que ela exerce sobre o astral.... E somente o poder dela que é visto, sentido, tocado... E você se sente a pessoa mais abençoada desse mundo, por fazer parte da vida dela...

Insana, autêntica, sorridente, maluca, meiga, mágica, inteligente, intelectual... nenhuma qualidade supera ou descreve tão forte o que é ser você Gabi... porque você é única...


Com extremo carinho e afeição!
Te amodoro muito!
Lí {17/09/2007}


Quem:

Gabi Coutinho, redatora, formada em Publicidade e Propaganda pela UNIT-SE, especialista em Marketing Pela UFPR.



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Acordou com o sol jogando suas vestes nas paredes. Tentou lembrar quem era e o que fazia no lugar tão estranho em que se encontrava. Sentiu ainda a alma planar fora do seu corpo; sentiu a pele adormecida e os músculos retesados. A noite havia sido um misto de insanidades e viagens etéreas. Fora inundada por sons que não existiam, por olhos que não a fitavam, por mãos que há muito haviam deixado de tocá-la. Um enjôo inundou suas entranhas e quis vomitar as estrelas que salpicavam o céu horas atrás. Mas, seu estômago estava lento, assim como ela.

         Tantas vezes havia despertado na mesma situação, necessitando de um sorriso que a amava e de um semblante que a desejava. Tantas noites ela passou em claro buscando braços que a carregassem e lábios que pudessem arrancá-la desse estado catatônico e solitário. Já chorou e já pediu aos deuses por uma proteção que não estava na oração, mas em mãos macias e braços fortes. Muitas vezes já se embelezou e se enfeitou. Tantas vezes já encenou a palhaça num circo, com pessoas estranhas que nada tinham a ver com seu modo de pensar. Foram tantas as vezes que teve que ser malévola, pelo simples fato de não ter paciência com homens que só queriam inebriá-la com o manto da noite. Sim! Havia perdido as esperanças. Achou que a busca não passava de contos da carochinha. Pensou em todos os momentos que chegara em casa, sentara na ponta da cama, de frente pra janela, tocara o vidro que chorava o orvalho, roçara o rosto na superfície gelada. Sonhava com alguém destroçando sua porta, entrando com toda a fúria, só para abraçá-la e deixá-la protegida. Tal ação com o propósito de arrancá-la da solidão, do medo e das trevas. Todas as vezes havia deitado sozinha, apenas escutando a doce melodia dos pássaros e o sussurro do sol nascente.

         Expulsou as lembranças e notou que alguém a carregava. Alguém falava em tom singelo, dizia que iriam pra casa, que iriam dormir. E, ao chegarem no quarto, enquanto ela se despia, a manhã se espreguiçava. Desabou na cama ainda drogada pela noite turbulenta, mas não teve a necessidade de chorar na janela, pois alguém a cobria e abraçava. E dizia o quanto a adorava. E que estaria ali pra todo o sempre.

         E enquanto ele a enchia de beijos, o sono ia se aproximando. O melhor sono que ela poderia ter, pois saberia que ele estaria presente.



- Postado por: Gabi Coutinho às 20h09
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